Bifurcação
- emmamarina855
- 19 de ago. de 2023
- 1 min de leitura
Atualizado: 24 de jan. de 2024
Sobre a cama sento e penso: o que farei quando estiver entre dois caminhos indecisos?
Indecisões deixam-me inquieta e sem margem para pensar entre as respirações profundas da ânsia do receio.
Por vezes, é difícil saber o que pensar, como agir, a reação a tomar, etc.: “Naquela noite saírei e não sei qual o vestido escolher”, de certo que “o que me assenta mais confortavelmente é o melhor” e terei que pensar nisso- como em todos os obstáculos.
Tomamos providências de acordo com os nossos juízos morais e desejos profundos, como por exemplo: “Sei que, para dançar, o mais correto é usar uma vestimenta confortável” e “Sempre quis usar aquele outfit para sensualizar”; é com estes e com outros mais conceitos que tomamos deliberações.
Saber olhar para um problema e encará-lo com mais que uma lente é a melhor resolução.
Deparo-me com esses dois caminhos, notar em cada detalhe e analisar cada porta a abrir com o máximo cuidado, para que a probabilidade de errar futuramente seja mínima, é importante.
(Quando falo em “errar futuramente”, refiro-me a que quando nos olharmos no dia seguinte e ficarmos satisfeitos sobre a escolha que fizemos: é notório que foi uma boa opção.)
Saber eleger entre caminhos dificilmente interpretados é ter maturidade suficiente para encarar possíveis árduas consequências.
Tudo aquilo que fazemos tem consequências, seja errado ou certo, elas surgem e tornam o lugar da bifurcação aparentemente mais escuro, pois, tudo o que seja novo no nosso percurso assusta-nos… Sendo o medo normal, temos que o saber derrubar e embarcar na viagem difícil de optar por um dos caminhos para saborear a possível satisfação de acertar na felicidade.




Reflexões interessantes, Emma! Elas lembram-me o discurso de um historiador sobre as nossas escolhas e as implicações a elas inerentes. Com a tua permissão, deixo ficar aqui o link: https://www.youtube.com/watch?v=xdAq1z6PHyQ
Bom fim de semana.